integraçao

 
 
 
 meu avo paternal, pai de 10 filhos, quiz que todos soubessem ler e escrever , dizendo lhes  que o saber é a coisa mais importante numa vida…e  esse saber se têm   sabendo ler e escrever..
 
ele , nasceu em Viseu ,onde o trabalho dele consistia em arranjar guarda chuvas e chapeus..a alcunha dele era "chapeleiro" mais tarde esse trabalho deixou de existir o foi se abaixo ; ele ti emigrou , para Maceira-Liz , onde trabalhou  até a reforma na fabrica de cimento..
 
Meu pai me contou isso , e ele de ajuntar que gostava que de generaçao em generaçao conseguiamos ir cada vez mais longe…e para isso é preciso trabalhar mais que sendo filho de médico..na vida nada se têm sem nada..
 
Quando mudamos de trabalho, de empresa, temos nos integrar a equipa e nao a equipa a nos.
 
A primeira generaçao de emigrantes , vieram para trabalhar , afim de ameliorar a vida deles….a  segunda generaçao , um bocadinho mais inteligentes , repararam que em França consegue-se viver bem sem trabalhar, so recebendo as ajudas do estado…e fizeram filhos , e  se deixaram assim viver..
estes jovems de agora …que modelo têm dos pais ? nao receberam aquela educaçao que diz que é preciso trabalhar duro na vida para obter alguma coisa…
 
Porquê que os portugueses, espanhois,italianos, estao bem integrados ?
simplesmente , nao gostam receber um salario sem o merecer ; sao trabalhadores…e assim conseguem  viver bém , ter  suas casas ,  filhos a estudar…isso vêm tudo da educaçao…
 
conheço jovems maghrebinos que conseguem ter boms estudos e boms empregos…sao aqueles que os pais estao o lado deles , para os apoiar..basta ver quando ha reunioes nas escolas , sao sempre os mesmos pais que assistem a elas…sao as crianças com menos problemas…os outros nem querem saber…os maghrebinos ,nao têm problemas com a lingua , porque em algeria, maroc , a lingua oficial é o francês….iletrados ?? também, acho que nao sao assim tanto…conhecem os direitos deles..
 
 esta situaçao é como existe em todo o lado , os pobres têm mais dificuldades para sair de onde estao, e claro se por cima ainda nao sao da mesma côr que nos , mais dificuldades..
 
 
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Dina Pato nasceu em França há 30 anos. Apesar de visitar Portugal todos os anos, nunca viveu dentro das fronteiras de Vilar Formoso. Todavia, confessa ao JN sentir-se "mais portuguesa". Dina diz "Os meus pais são portugueses, o meu sangue é português, sei de onde venho. Sempre que vou a Portugal sinto-me na minha terra, apesar de não ter nascido lá. Tenho o meu coração lá". E conclui: "Penso ser uma verdadeira portuguesa".

Considera que a França não discrimina os portugueses num hipotético cenário de corrida a um posto de trabalho, mesmo em concorrência directa com um francês "É uma questão de qualificações e de profissionalismo", sustenta, porque "seres português ou francês é o mesmo". Mas Dina acrescenta de imediato: "Não direi a mesma coisa dos magrebinos porque existe, efectivamente, um problema de racismo ,aqui, em França".

Relativamente à escalada de violência nas ruas dos subúrbios de Paris, Dina advoga que "não é um problema de integração, é um problema de educação".

 
 
 
 
 
 

Sobre Lena

Tenho muitas paixoes, mas a principal é viver
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2 respostas a integraçao

  1. Unknown diz:

    No serviço onde estou a trabalhar, vou a casa de pessoas que vivem á margem da sociedade, uns com problemas económicos muito graves, conseguem manter os filhos a estudar, mesmo se forem 4 ou 5 e uma casa onde se pode entrar, independentemente da cor ou da origem, mas são poucos. Já outros, com condições um pouco melhores é uma verdadeira desgraça.A maior parte destas pessoas têm apartamentos cedidos pelo governo, pagos pelos nossos impostos… mas se fosses lá Helena! A tua alma ia doer… o nosso governo dá casas ás pessoas, mas não fiscaliza e vejo apartamentos com 3 a 5 anos piores do que barracas. Os vidros todos partidos… sujidade que nem imaginas e na casa das pessoas, o chão arrancado… e, outras coisas piores.Estas pessoas têm montes de direitos: é aos rendimentos minimos, aos subsidios, á isençao de taxas moderadoras… elas não precisam de trabalhar para ter as coisas.Logo também não têm deveres, só direitos.Por isso, a dilvulgação do que aconteceu em França deixa-nos o medo do contágio…Os jovens criados por estas familias são sem dúvida iguais a esses.Espero que os governos reflitam um pouco nestas coisas.Há cerca de 10 anos que vivo revoltada com estas situações, não consigo fechar os olhos, peço ajuda… sou recebida como uma intrusa pois sou apenas uma enfermeira e, só tenho visto o número de situações aumentar.Um beijinhoDia

  2. Fernando diz:

    é um problema complexo. Uma coisa é certa é que não se resolvem os problemas com repressão e o isolamento, atirando-os para os subúrbios e sem expectativas de futuro. O problema da Europa é que precisa dos imigrantes e depois não sabe o que há-de de fazer com eles. Um barril de polvora se não soubermos lidarmos com a situação. Há que pensar no modelo social mais justo de integração que respeite os valores de todos. Sem racismos nem xenófobias. Não se pense que se vai resolver expatriando os imigrantes ou fazendo de conta que eles não existem, dando-lhes uns subsidiozitos. A integração tem de ser total.

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